Do nada vislumbro um olhar que me sorri,
no teu semblante imagino vagas de ternura.
Ecrã de magia em que vagueio,
silêncio que magoa quando te não encontro.
Sentimentos guardados num peito fechado,
dono de um segredo jamais revelado.
Ignomínia de um mestre que tanto aprendeu,
Discípula fugaz que tanto ensinou.
Alvorecer que me alegra quando te vejo presente,
crepúsculo que me assusta por saber tua ausência.
Flor de tons meigos neste jardim proibido,
fragrância que consigo alcançar ignorando todas as leis.
Acaso sem caso mas que tanto mudou,
pensamentos que ofuscam o ser racional.
Oiço a tua voz e recordo instantes,
como tão singelas palavras grandiosas se tornaram.
E se um dia partir sem te dizer adeus,
é porque sempre estarás perto, mais perto talvez.
no teu semblante imagino vagas de ternura.
Ecrã de magia em que vagueio,
silêncio que magoa quando te não encontro.
Sentimentos guardados num peito fechado,
dono de um segredo jamais revelado.
Ignomínia de um mestre que tanto aprendeu,
Discípula fugaz que tanto ensinou.
Alvorecer que me alegra quando te vejo presente,
crepúsculo que me assusta por saber tua ausência.
Flor de tons meigos neste jardim proibido,
fragrância que consigo alcançar ignorando todas as leis.
Acaso sem caso mas que tanto mudou,
pensamentos que ofuscam o ser racional.
Oiço a tua voz e recordo instantes,
como tão singelas palavras grandiosas se tornaram.
E se um dia partir sem te dizer adeus,
é porque sempre estarás perto, mais perto talvez.
Enviado por: Lágrima_doce
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